Uma jovem conhecida como Alexandra, morreu eletrocutada ao tentar fazer relação com um secador de cabelo, quando tentou introduzir o aparelho na genitália a jovem recebeu uma descarga elétrica na manhã de hoje, no povoado Jurema município de Fátima-BA.


Segundo as amigas da vítima, que estavam em sua companhia, Rosivania da Silva, 21 anos, e Ana Paula, 20 anos, Alexandra teria passado todo o dia de ontem ingerindo bebida alcoólica e à noite foi dormir no mesmo quarto de Ana Paula, que disse ter ouvido gemidos, mas que pensava que não fosse nada de grave. Na manhã de hoje, perceberam que Alexandra estava morta e o fato foi comunicado à mãe da jovem, que esteve no local.
O cão ladrão passou pelos funcionários e fugiu carregando o saco. A cena engraçada aconteceu no interior de SP.

Um supermercado de São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, registrou um furto inusitado. As imagens das câmeras mostram um vira-lata fugindo pela porta da frente após roubar um saco de pão.

O animal anda normalmente pelos corredores e chega a cheirar as compras dos clientes. Em seguida, aparece correndo com o objeto na boca, passa pelos caixas e sai em disparada para a rua.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta quinta-feira (16) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE)que já comece a contar o prazo para a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestar sobre a impugnação (questionamento) do registro da candidatura do petista à Presidência da República.

A procuradora Raquel Dodge impugnou candidatura de Lula na noite desta quarta-feira (15) ao TSE.

Em documento enviado ao tribunal, Dodge afirma que os advogados já tomaram ciência da impugnação, porque se manifestaram no processo pedindo que a Corte declare quem será o relator do pedido de registro.

"Pela dinâmica cronológica dos fatos, mostra-se inequívoca a ciência do requerente dos termos da impugnação apresentada", diz Dodge.

Para ela, a lei tem "finalidade de uma prestação jurisdicional célere e efetiva".


Candidatos e eleitores devem respeitar regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral a partir desta quinta-feira (16), início da propaganda eleitoral, conforme resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caso contrário, estarão sujeitos a multas e até a cassação do mandato, no caso dos eleitos.

Em 7 de outubro, brasileiros vão às urnas escolher candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. Onde houver segundo turno, a campanha nas ruas vai até 27 de outubro, na véspera da votação (28, domingo).

13 presidenciáveis registram candidaturas no TSE

Veja abaixo um resumo do que podem e não podem fazer candidatos e eleitores durante a campanha eleitoral deste ano:

O que pode o candidato

Distribuir folhetos, adesivos e impressos, independentemente de autorização, sempre sob responsabilidade do partido, da coligação ou do candidato (o material gráfico deve conter CNPJ ou CPF do responsável pela confecção, quem a contratou e a tiragem);
Colar propaganda eleitoral no para-brisa traseiro do carro em adesivo microperfurado; em outras posições do veículo também é permitido usar adesivos, desde que não ultrapassem meio metro quadrado;
Usar bandeiras móveis em vias públicas, desde que não atrapalhem o trânsito de pessoas e veículos;
Usar em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões e comícios alto-falantes, amplificadores, carros de som e minitrios entre 8h e 22h, desde que estejam a, no mínimo, 200 metros de distância de repartições públicas, hospitais, escolas, bibliotecas, igrejas e teatros.
Realizar comícios entre 8h e 24h, inclusive com uso de trios elétricos em local fixo, que poderão tocar somente jingle de campanha e emitir discursos políticos;
Fixar propaganda em papel ou adesivo com tamanho de até meio metro quadrado em bens particulares, desde que com autorização espontânea e gratuita do proprietário;
Pagar por até 10 anúncios em jornal ou revista, em tamanho limitado e em datas diversas, desde que informe, na própria publicidade, o valor pago pela inserção;
Arrecadar recursos para a campanha por meio de financiamento coletivo (crowdfunding ou vaquinha virtual)

Fazer propaganda na internet, desde que gratuita e publicada em site oficial do candidato, do partido ou da coligação hospedados no Brasil ou em blogs e redes sociais;
Promover o impulsionamento de conteúdo na internet (post pago em redes sociais), desde que identificado como tal e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações e candidatos e seus representantes, devendo conter o CNPJ ou CPF do responsável e a expressão “Propaganda Eleitoral”;

Fazer propaganda em blogs, redes sociais e sites de mensagens instantâneas com conteúdo produzido ou editado por candidato, partido ou coligação;
Usar ferramentas para garantir posições de destaque nas páginas de respostas dos grandes buscadores;
Enviar mensagens eletrônicas, desde que disponibilizem opção para descadastramento do destinatário, que deverá ser feito em até 48 horas.

O que não pode o candidato

Fixar propaganda em bens públicos, postes, placas de trânsito, outdoors, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus, árvores, inclusive com pichação, tinta, placas, faixas, cavaletes e bonecos;
Fazer propaganda em bens particulares por meio de inscrição ou pintura em fachadas, muros ou paredes;
Jogar ou autorizar o derrame de propaganda no local de votação ou nas vias próximas, mesmo na véspera da eleição;
Fazer showmício com apresentação de artistas, mesmo sem remuneração. Cantores, atores ou apresentadores que forem candidatos não poderão fazer campanha em suas atrações;
Fazer propaganda ou pedir votos por meio de telemarketing;
Confeccionar, utilizar e distribuir camisetas, chaveiros, bonés,canetas, brindes, cestas básicas, bens ou materiais que proporcionem vantagem ao eleitor;
Pagar por propaganda na internet, exceto o impulsionamento de publicações em redes sociais;
Publicar propaganda na internet em sites de empresas ou outras pessoas jurídicas, bem como de órgãos públicos;

Fazer propaganda na internet, atribuindo indevidamente sua autoria a outra pessoa, candidato, partido ou coligação;
Usar dispositivos ou programas como robôs, conhecidos por distorcer a repercussão de conteúdo;
Usar recurso de impulsionamento somente com a finalidade de promoção ou benefício dos próprios candidatos ou suas agremiações e para denegrir a imagem de outros candidatos;
Fazer propaganda eleitoral em sites oficiais ou hospedados por órgãos da administração pública (da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios);
Agredir e atacar a honra de candidatos na internet e nas redes sociais, bem como divulgar fatos sabidamente inverídicos sobre adversários;
Ao fazer divulgação do financiamento coletivo (crowdfunding ou vaquinha virtual) para arrecadação de recursos de campanha, os candidatos estão proibidos de pedir votos;
Veicular propaganda no rádio ou na TV paga e fora do horário gratuito, bem como usar a propaganda para promover marca ou produto;
Degradar ou ridicularizar candidatos, usar montagens, trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais no rádio e na TV;
Fazer propaganda de guerra, violência, subversão do regime, com preconceitos de raça ou classe, que instigue a desobediência à lei ou que desrespeite símbolos nacionais.
Usar símbolos, frases ou imagens associadas ou semelhantes às empregadas por órgão de governo, empresa pública ou estatal;
Inutilizar, alterar ou perturbar qualquer forma de propaganda devidamente realizada ou impedir propaganda devidamente realizada por outro candidato.

O que pode o eleitor

Participar livremente da campanha eleitoral, respeitando as regras sobre propaganda nas ruas e na internet aplicadas aos candidatos;
Apoiar candidato com gastos de até R$ 1.064,10, com emissão de comprovante da despesa em nome do eleitor (bens e serviços entregues caracterizam doação, limitada a 10% da renda no ano anterior);
Fazer doações acima de R$ 1.064,10 apenas mediante transferência eletrônica (TED) da conta bancária do doador direto para a conta bancária do candidato beneficiado;
Fazer doações para candidatos por meio de sites habilitados pela Justiça Eleitoral para realizar financiamento coletivo (crowdfunding ou vaquinha virtual);
Ceder uso de bens móveis ou imóveis de sua propriedade, com valor estimado de até R$ 40 mil;
Prestar serviços gratuitamente para a campanha;
No dia da votação, é permitida só manifestação individual e silenciosa da preferência pelo partido ou candidato, com uso somente de bandeiras, broches, dísticos e adesivos;
Manifestar pensamento, mas sem anonimato, inclusive na internet.

O que não pode o eleitor

Trocar voto por dinheiro, material de construção, cestas básicas, atendimento médico, cirurgia, emprego ou qualquer outro favor ou bem;
Cobrar pela fixação de propaganda em seus bens móveis ou imóveis;
Dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou outra pessoa, dinheiro, dádiva ou qualquer vantagem, para obter ou dar voto, conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita;
Fazer doação para campanha com moedas virtuais;
Se servidor público, trabalhar na campanha eleitoral durante o horário de expediente;
Inutilizar, alterar, impedir ou perturbar meio lícito de propaganda eleitoral;
Degradar ou ridicularizar candidato por qualquer meio, ofendendo sua honra.
Fazer boca de urna no dia da eleição, ou seja, divulgar propaganda de partidos ou candidatos

Falta trabalho para 27,6 milhões de pessoas no Brasil, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE.

O total de pessoas em situação de desalento, ou seja, que desistiu de procurar trabalho, subiu para 4,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2018. Isso é o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o maior número de desalentados da série histórica da Pnad, iniciada em 2012.

No primeiro trimestre, o país contava com 4,6 milhões de desalentados. No segundo trimestre de 2017, eram 4 milhões de pessoas nessa situação.

Também é considerado desalentado a pessoa que ficou fora da força de trabalho por não conseguir ocupação adequada, não ter experiência ou qualificação para as vagas ofertadas, ser considerado muito jovem ou muito velho ou por não haver trabalho na localidade em que mora.
Três candidatos concentram 90% do R$ 1,3 milhão arrecadado pelos presidenciáveis por meio da modalidade "crowdfunding" nos três meses da pré-campanha, que se encerrou nesta quarta-feira (15). A campanha eleitoral tem início oficialmente nesta quinta (16).



O "crowdfunding" é o nome que se dá ao financiamento coletivo captado por meio da internet, também chamado de "vaquinha virtual". As contribuições são de pessoas físicas, por meio de sites de empresas autorizadas pela Justiça Eleitoral.

O valor arrecadado até agora é pequeno se comparado com o teto de gastos estabelecido por resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cada campanha de candidato a presidente da República (R$ 70 milhões).

No caso de candidatos que eventualmente tenham o registro negado pela Justiça Eleitoral ou desistam da candidatura após protocolar o pedido, especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que o dinheiro das vaquinhas pode ser repassado para o partido. (Entenda mais abaixo)

Nesta eleição, a principal fonte de financiamento de partidos e os candidatos é o fundo eleitoral de R$ 1,59 bilhão criado com dinheiro do Orçamento da União para ajudar a bancar as campanhas depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu, em 2015, as doações eleitorais de empresas.
PF aponta aliciamento de trabalhadores para atuar em condições degradantesApu Gomes/Folhapress - 22.02.2013

A Polícia Federal realizou, na manhã desta quinta-feira (16), uma operação contra o tráfico de pessoas e o trabalho escravo em áreas urbanas. São cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, sendo dois na zona leste da cidade de São Paulo e três em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.














Os inquéritos policiais tiveram início após o compartilhamento de informações do Ministério do Trabalho com a PF sobre denúncias de condições degradantes em empresas na grande São Paulo. As ações acontecem para colher provas em três inquéritos policiais que apuram fatos.

De acordo com a polícia, um dos grupos é suspeito de aliciar e transportar brasileiros do interior do Ceará para trabalhar em São Bernardo do Campo. Uma vez na cidade, os trabalhadores, endividados, eram mantidos em alojamentos e condições degradantes, para a venda ambulante de laticínios na região.

As outras duas investigações apontam que as empresas investigadas, apesar de independentes, atuavam no ramo de costura e agiam da mesma maneira. Segundo as investigações, há indícios de que elas aliciavam estrangeiros em albergues municipais, mediante a promessa de trabalho formal e regular.


Chegando aos locais de trabalho, os estrangeiros eram obrigados a assinar contratos nos quais estavam previstos diversos gastos junto ao empregador, como habitação, aluguel, vestuário e refeições, com valores desproporcionais aos praticados no mercado, dando início a um ciclo de endividamento. A saída do local era restrita e às jornadas de trabalho variavam de 14 até 18 horas.

Equipes participam da operação para fiscalizar as empresas, condições de trabalho, resgatar as vítimas e regularizar a situação trabalhista delas.

Os estrangeiros sem documentos e em situação irregular serão encaminhados para a PF onde receberão assistência e orientação sobre como regularizar sua situação.

Os suspeitos responderão pelo crime de tráfico de pessoas com a finalidade de exploração do trabalho escravo, com penas de quatro a oito anos de prisão e multas.