Cerveja com sabor de vagina chega ao Brasil depois da copa do mundo

Primeiras unidades da bebida alcoólica foram produzidas com bactérias do ácido lático do órgão sexual da modelo tcheca Alexandra Brendlova, que participou da campanha publicitária do produto.

Em março do ano passado, a empresa polonesa de cerveja "The Order of Yoni" anunciou o lançamento de um produto que causou polêmica entre os consumidores. A intenção da companhia, com sede em Varsóvia, era lançar uma bebida com o sabor e o cheiro do órgão sexual feminino. Com doações em dinheiro, a ideia se concretizou, e, em breve, o produto deve chegar ao Brasil.

Batizada de "Bottle Instinct" (Instinto engarrafado, na tradução do inglês para o português), a cerveja foi produzida após a coleta de bactérias do ácido lático presentes no órgão sexual da modelo tcheca Alexandra Brendlova. Em um vídeo de divulgação (assista abaixo), a "The Order of Yoni" (Yoni, no Kama Sutra, significa vagina) afirma que os microorganismos foram isolados e multiplicados de forma segura, sendo examinados para comprovação de pureza para utilização na produção das cervejas amargas, seguindo as normas de higiene.

De acordo com o portal Folha Brasil, dois empresários brasileiros não identificados se interessaram pelo projeto e pretendem trazê-lo para o país. Esta não será a primeira vez que partes do corpo humano serão ingredientes de cerveja consumidas por aqui. Em 2012, a cervejaria Rogue Ales, tradicional no estado do Oregon, nos Estados Unidos, criou uma bebida que levava os fios da barba do mestre cervejeiro John Maier. O produto chegou a ser comercializado no Brasil.